Cirurgia da Obesidade

A obesidade é uma doença crônica que pode acarretar diversos problemas de saúde como hipertensão arterial, diabetes e disfunções respiratórias, além de atingir a autoestima de milhões de pessoas ao redor do mundo. Normalmente, a obesidade está relacionada à genética e/ou ingestão de alimentos com altos teores energéticos associada a um estilo de vida sedentário. 

 
O excesso de gordura no corpo é classificado através do IMC (Índice de Massa Corpórea). Esse índice deve estar numa média que varia entre 20 e 24 kg/m² (divide-se o peso pela altura ao quadrado) para ser considerado adequado. De 30 a 35 de IMC, classifica-se como obesidade grau I. De 35 a 40, define-se como obesidade grau II. A cirurgia está indicada para pacientes com IMC maior do que 35 associado à comorbidades (diabetes, hipertensão, apneia do sono e osteoartrose) ou maior do que 40, mesmo que não haja nenhuma doença.
 
Uma vez identificada a obesidade, é necessário buscar tratamento, pois o peso excessivo pode causar diversos danos à saúde. Pacientes identificados com obesidade mórbida devem estar cientes de que se trata de uma doença que ameaça o funcionamento do organismo e reduz a qualidade de vida. É comum que em conjunto com a obesidade estejam presentes quadros de hipertensão arterial, diabetes, insuficiência cardíaca, falta de ar, apneia, impotência (nos homens) e infertilidade. Pessoas com obesidade mórbida são candidatas à cirurgia bariátrica, conhecida popularmente como cirurgia da obesidade.
 
Apesar de existir tratamento clínico para a obesidade (reeducação global, formada por reeducação alimentar, física e psicológica), alguns pacientes, comumente os que apresentam quadro de obesidade mórbida, costumam não se beneficiar. A reeducação global funciona até determinado grau de IMC e pessoas com números muito elevados tendem a não obter resultados e é quando se indica a cirurgia da obesidade ou cirurgia bariátrica.
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